De aorcdo com uma peqsiusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as Lteras de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia Lteras etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol, que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo. Sohw de bloa. Agora, fixe seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua mente leia corretamente o que está escrito.
35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!
Muito legal isso né...DEUS é perfeito no que faz. Ele criou você, um ser muito inteligente.
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
SE ALGUÉM TE PROCURAR...
Com frio... É porque você tem o cobertor.
Com alegria... É porque você tem o sorriso.
Com lágrimas... É porque você tem o lenço.
Com versos... É porque você tem a música.
Com dor... É porque você tem o curativo.
Com palavras... É porque você tem a audição.
Com fome... É porque você tem o alimento.
Com beijos... É porque você tem o mel.
Com dúvidas... É porque você tem o caminho.
Com orquestras... É porque você tem a festa.
Com desânimo... É porque você tem o estimulo.
Com fantasias... É porque você tem a realidade.
Com desespero... É porque você tem a Serenidade.
Com entusiasmo... É porque você tem o brilho.
Com segredos... É porque você tem a cumplicidade.
Com tumulto... É porque você tem a calma.
Com confiança... É porque você tem a força.
Com medo... É porque você tem o AMOR!!!
Ninguém chega até VOCÊ por acaso, Em "TUDO" há propósito...
Com alegria... É porque você tem o sorriso.
Com lágrimas... É porque você tem o lenço.
Com versos... É porque você tem a música.
Com dor... É porque você tem o curativo.
Com palavras... É porque você tem a audição.
Com fome... É porque você tem o alimento.
Com beijos... É porque você tem o mel.
Com dúvidas... É porque você tem o caminho.
Com orquestras... É porque você tem a festa.
Com desânimo... É porque você tem o estimulo.
Com fantasias... É porque você tem a realidade.
Com desespero... É porque você tem a Serenidade.
Com entusiasmo... É porque você tem o brilho.
Com segredos... É porque você tem a cumplicidade.
Com tumulto... É porque você tem a calma.
Com confiança... É porque você tem a força.
Com medo... É porque você tem o AMOR!!!
Ninguém chega até VOCÊ por acaso, Em "TUDO" há propósito...
domingo, 17 de agosto de 2008
Marcas de Batom
Marcas de batom no banheiro.........
Numa escola pública estava ocorrendo uma situação inusitada:
Uma turma de meninas de 12 anos que usavam batom todos os dias e beijavam o espelho para remover o excesso de baton.O diretor andava bastante aborrecido, porque o Zelador tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia.Mas, como sempre, na tarde seguinte, lá estavam as mesmas marcas de batom...Um dia o diretor juntou o bando de meninas no banheiro e explicou pacientemente que era muito complicado limpar oespelho com todas aquelas marcas que elas faziam. Fez uma palestra de uma hora.
No dia seguinte as marcas de batom no banheiro reapareceram...No outro dia, o diretor juntou o bando de meninas e o zelador no banheiro, e pediu ao zelador para demonstrar a dificuldade do trabalho.O zelador imediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e passou no espelho.Nunca mais apareceram marcas no espelho!
Moral: há professores e há educadores..............
Comunicar é sempre um desafio! As vezes precisamos usar métodos diferentes para alcançar certos resultados!!!
( fonte: recebido por e-mail)
Numa escola pública estava ocorrendo uma situação inusitada:
Uma turma de meninas de 12 anos que usavam batom todos os dias e beijavam o espelho para remover o excesso de baton.O diretor andava bastante aborrecido, porque o Zelador tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia.Mas, como sempre, na tarde seguinte, lá estavam as mesmas marcas de batom...Um dia o diretor juntou o bando de meninas no banheiro e explicou pacientemente que era muito complicado limpar oespelho com todas aquelas marcas que elas faziam. Fez uma palestra de uma hora.
No dia seguinte as marcas de batom no banheiro reapareceram...No outro dia, o diretor juntou o bando de meninas e o zelador no banheiro, e pediu ao zelador para demonstrar a dificuldade do trabalho.O zelador imediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e passou no espelho.Nunca mais apareceram marcas no espelho!
Moral: há professores e há educadores..............
Comunicar é sempre um desafio! As vezes precisamos usar métodos diferentes para alcançar certos resultados!!!
( fonte: recebido por e-mail)
terça-feira, 10 de junho de 2008
Marketing
Mercúrio, deus mitológico romano, era uma adaptação do deus grego Hermes, protetor dos ladrões, dos jogadores, dos oradores, e guia dos viajantes perdidos. Ao ser incorporado pelos romanos, passou a ser deus das indústrias, e do comércio também. O nome Mercúrio não foi estabelecido por acaso, esse nome está diretamente relacionado com suas funções e deriva da palavra latina para "mercadoria": mercis.
Mais tarde da palavra mercis veio o termo francês marché, ou o "mercado", lugar de negociação e comercialização das mercadorias. Marché virou market graças aos ingleses e de market surgiu "marketing" que pode ser condiderado como "o conjunto de fatores que influenciam a comercialização de um produto".
(fonte: Revista VOCÊ s.a. julho/2002 pág. 114)
Mais tarde da palavra mercis veio o termo francês marché, ou o "mercado", lugar de negociação e comercialização das mercadorias. Marché virou market graças aos ingleses e de market surgiu "marketing" que pode ser condiderado como "o conjunto de fatores que influenciam a comercialização de um produto".
(fonte: Revista VOCÊ s.a. julho/2002 pág. 114)
domingo, 27 de abril de 2008
Palavras e Expressões III
Simonia: tráfico de coisas, objetos sagrados; sacramentos, dignidades, benefícios eclesiásticos, etc.
Sine qua non: expressão latina que significa "sem o qual não pode ser"
com dolo: expressão usada quando o sujeito ou agente comete um crime consciente dos riscos, operando com maldade na intenção de cometê-lo. No Direito crimes cometidos com essa característica agravam a pena do réu.
expiação: castigo, penitência, comprimento da pena.
remir: do latim redimere e quer dizer adquirir de novo, readquirir, tirar do poder alheio.
in memorian: expressão colocada em convites, ou em algum tipo de homenagem, ao lado do nome de alguém, indicando que a pessoa faleceu mas não foi esquecida.
Lusofobismo: sentimento de aversão que os brasileiros tinham pelos dominadores portugueses.
croqui: esboço em breves traços de desenho ou de pintura.
Transmudar: mudar, converter, transformar.
armistício: pequena pausa em conflito, trégua de curta duração.
debelar: destruir, deprimir, combater.
emoticons: emotional icons ou ícones de emoção.
Sine qua non: expressão latina que significa "sem o qual não pode ser"
com dolo: expressão usada quando o sujeito ou agente comete um crime consciente dos riscos, operando com maldade na intenção de cometê-lo. No Direito crimes cometidos com essa característica agravam a pena do réu.
expiação: castigo, penitência, comprimento da pena.
remir: do latim redimere e quer dizer adquirir de novo, readquirir, tirar do poder alheio.
in memorian: expressão colocada em convites, ou em algum tipo de homenagem, ao lado do nome de alguém, indicando que a pessoa faleceu mas não foi esquecida.
Lusofobismo: sentimento de aversão que os brasileiros tinham pelos dominadores portugueses.
croqui: esboço em breves traços de desenho ou de pintura.
Transmudar: mudar, converter, transformar.
armistício: pequena pausa em conflito, trégua de curta duração.
debelar: destruir, deprimir, combater.
emoticons: emotional icons ou ícones de emoção.
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Frases e Pensamentos IV
1- O elefante é um camundongo construído segundo as edificações do Estado. (Robert Heinlein)
2- A forca é o mais desagradável dos instrumentos de corda. (Barão de Itararé)
3- Os homens mentiriam muito menos se as mulheres fizessem menos perguntas. ( Max Nunes)
4- Eu tenho dinheiro suficiente para o resto da minha vida, a não ser que eu compre alguma coisa. ( Jackie Manson )
5- Evitar as superstições é outra superstição. ( Francis Bacon)
6- Não se deve emprestar nem livros nem mulheres. Nunca devolvem os livros, as mulheres sempre. (Provérbio Português)
7-Você se conhece? Eu me conheci e saí correndo ( Goethe)
8-Os ingleses conquistaram o mundo porque não aguentavam mais a própria cozinha ( Citação Francesa)
9-Na verdade, não faz muito sentido pensar que músicas tenham data de nascimento e prazo de validade. Elas estão sempre dialogando com o momento presente. Às vezes mostrando suas rugas, às vezes desafiando o tempo, mas sempre na busca da emoção. (Humberto Gessinger)
10- Que código de leis é mais claro para o homem do que aquele que está gravado em seu coração? (Tolstoy)
2- A forca é o mais desagradável dos instrumentos de corda. (Barão de Itararé)
3- Os homens mentiriam muito menos se as mulheres fizessem menos perguntas. ( Max Nunes)
4- Eu tenho dinheiro suficiente para o resto da minha vida, a não ser que eu compre alguma coisa. ( Jackie Manson )
5- Evitar as superstições é outra superstição. ( Francis Bacon)
6- Não se deve emprestar nem livros nem mulheres. Nunca devolvem os livros, as mulheres sempre. (Provérbio Português)
7-Você se conhece? Eu me conheci e saí correndo ( Goethe)
8-Os ingleses conquistaram o mundo porque não aguentavam mais a própria cozinha ( Citação Francesa)
9-Na verdade, não faz muito sentido pensar que músicas tenham data de nascimento e prazo de validade. Elas estão sempre dialogando com o momento presente. Às vezes mostrando suas rugas, às vezes desafiando o tempo, mas sempre na busca da emoção. (Humberto Gessinger)
10- Que código de leis é mais claro para o homem do que aquele que está gravado em seu coração? (Tolstoy)
A Internacionalização do Mundo
Durante debate em uma Universidade, nos Estados Unidos, fui questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia. O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro. Foi a primeira vez que um debatedor determinou a ótica humanista como o ponto de partida para uma resposta minha.
De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.
Respondi que, como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, podia imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a Humanidade.
Se a Amazônia, sob uma ótica humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Os ricos do mundo, no direito de queimar esse imenso patrimônio da Humanidade.
Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
Durante o encontro em que recebi a pergunta, as Nações Unidas reuniam o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu disse que Nova York, como sede das Nações Unidas, deveria ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a Humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza especifica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
Nos seus debates, os atuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha possibilidade de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o pais onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar; que morram quando deveriam viver.
Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa.
Cristovam Buarque
(*) Cristovam Buarque, 58, doutor em economia e professor do Departamento de Economia da UnB (Universidade de Brasília), foi governador do Distrito Federal pelo PT (1995-98). Autor, entre outras obras, de "A Segunda Abolição" (editora Paz e Terra).
O artigo foi publicado no Globo e no Correio Brasiliense, no final de 2000. O fato em si ocorreu em Setembro de 2000 em Nova York, durante o State of The World Forum.
De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.
Respondi que, como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, podia imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a Humanidade.
Se a Amazônia, sob uma ótica humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Os ricos do mundo, no direito de queimar esse imenso patrimônio da Humanidade.
Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
Durante o encontro em que recebi a pergunta, as Nações Unidas reuniam o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu disse que Nova York, como sede das Nações Unidas, deveria ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a Humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza especifica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
Nos seus debates, os atuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha possibilidade de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o pais onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar; que morram quando deveriam viver.
Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa.
Cristovam Buarque
(*) Cristovam Buarque, 58, doutor em economia e professor do Departamento de Economia da UnB (Universidade de Brasília), foi governador do Distrito Federal pelo PT (1995-98). Autor, entre outras obras, de "A Segunda Abolição" (editora Paz e Terra).
O artigo foi publicado no Globo e no Correio Brasiliense, no final de 2000. O fato em si ocorreu em Setembro de 2000 em Nova York, durante o State of The World Forum.
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